Cinemarden – 1ª semana

Sim, ando sumida, desligada, e para falar a verdade sem vontade de ver estes filmes em particular. Mas ao mesmo tempo me vejo em muitos momentos gravitando em torno de coisas sem propósito, que tampouco me deixam feliz. Pensei e pensei se realmente faria este projeto e decidi que sim, embora não dê pra saber se vou conseguir cumprir cronogramas. A ideia é muito mais tentar direcionar ao invés de ficar vagando no vazio que no final das contas não tem me levado a nada.

Para esta primeira semana eu decidi não rever dois filmes: A felicidade não se compraFeitiço do tempo. O primeiro assisti há razoavelmente pouco tempo pela segunda ou terceira vez, está ainda fresco na memória. O segundo eu já perdi a conta de quantas vezes vi e, embora pudesse ver mais uma vez sem nenhum problema, resolvi pular porque já estou me atrasando em demasia com este projeto.

A felicidade não se compra
It’s a wonderful life
(Dir.: Frank Capra / EUA / 1946)

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Eu adoro este filme, muito embora fique meio de saco cheio do James Stewart eterno homem-bom-batalhador-norte-americano. Mas eu adoro. Um filme inocente, até meio fantasioso trazendo a figura de um anjo, e que faz a gente sair com uma esperança no mundo e em nós mesmos. Também adoro filme antigo, né, sou suspeita.

Pra mim é 5 estrelas.

 

 

 

 

Feitiço do tempo
Groundhog Day
(Dir.: Harold Ramis / EUA / 1993)

Eu me lembro di-rei-ti-nho de quando conhec338246i esse filme. Na época nem tinha tv a cabo e assistia muito aos filmes que passavam na Band com meu pai. E foi assim, lá pelos meus 10 anos, que vi esse aí, sem nem conhecer atores nem nada. Amei, adorei, foi aquela surpresa mesmo de que podiam existir coisas simples e engraçadas como este filme. E a cara do Bill Murray. Já perdi a conta de quantas vezes revi esse filme na vida e, dica, está no Netflix. 😉

Absolutamente 5 estrelas.

 

 

Houve uma vez dois verões
(Dir.: Jorge Furtado / BRA / 2002)

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Nunca tinha nem ouvido falar neste filme. Gostei muito. Um filme de amor, mas um amor torto, uma história incomum e ao mesmo tempo usual, se é que isso é possível. Ah, e uma comédia romântica muito original, sem recorrer aos clichês hollywoodianos.

Nota final: 3,5 estrelas

 

 

 

 

Quanto mais quente melhor
Some like it hot
(Dir.: Billy Wilder / EUA / 1959)

some-like-it-hotEste aqui foi uma novela. Eu já tinha começado (e parado) umas duas vezes antes, e desta vez finalmente fui até o final. Um clássico das comédias e do cinema em geral, o filme traz três atores de peso, incluindo Marilyn Monroe linda maravilhosa. Contudo, acho que não sirvo para o humor pastelão do Jack Lemmon, de quem só consegui realmente gostar em “Se meu apartamento falasse”. De resto, notei meu interesse diminuindo a partir de mais ou menos metade do filme, principalmente porque não consigo me convencer com aquele Tony Curtis e porque, hoje, a atitude predatória do personagem dele não me parece nada de romântico.  Preciso dizer, no entanto, que a cena final tem algo de maravilhoso, principalmente considerando a época.

Nota final: 2 estrelas.

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